É PRECISO "RECICLAR" O PENSAMENTO
A situação dos profissionais da música está complicada na Paraíba. Agora, pelo que me parece, estes vão ter que passear por ai, antes dos shows, com uma faixa indicatória. Faixa como essas que aparecem na TV, no inicio de cada programa, para alertar se o conteúdo é permitido para todas as idades. Verde, amarelo, laranja, vermelho, azul... A diferença é que esse arco-íris taxador vai mostrar qual conteúdo é “de qualidade” e qual não é.
Acredito que autoridade nenhuma é entidade suprema para querer apontar o que é “plástico”, couro, papel, vidro, etc...
As pessoas, antes de dizer o que presta e o que não presta, devem perceber que música, antes de qualquer coisa, é uma questão de gosto. Música é opinião! E música nenhuma foi feita para agradar a todos... Isso se aplica em todas as esferas de representação da arte.
As autoridades desse estado devem reconhecer também que festas populares devem atender a todos os públicos e que uma decisão arbitrária como essa não vai fazer com que a população comece a comprar CDS de Chico Buarque.
O problema que estão tentando resolver é o seguinte:
As grandes bandas tem empresários que trabalham com contratos que devem ser cumpridos a risca. Eles recebem metade antes do show e a oura metade do dinheiro após o show. E como é acertado desta forma, assim acontece.
Essas grandes bandas cobram altos cachês, tanto pelo trabalho que fazem (que, em hipótese alguma eu digo que não presta, pois o pouco que conheço de música, sei que é realmente um TRABALHO), como pelo fato de na época de São João a busca pelos seus shows ser maior, e por isso mesmo, eles aumentam os preços, para que dessa forma possam atender a demanda que esteja disposta a pagar o preço nesta temporada.
O que se ouve pelas ruas, é que Luan Santana cobrou 400mil reais para fazer o Show no São João de Patos 2010.
O que acontece?
As prefeituras pagam Luan Santana, e depois, as pequenas bandas e trios PÉ DE SERRA da própria cidade(ou seja, a prata da casa) acabam não recebendo o cachê. Isso acontece tanto pela falta de contrato formal, como pela falta de dinheiro dentro das prefeituras.
Um problema dessa dimensão não pode ser resolvido com arrogância.
Rotular desqualifica.
O que chamam de forró de plástico também é tocado pelas bandas daqui...
Isso se aplica a diversos outros ritmos.
A obra de Luiz Gonzaga sofreu preconceito quando surgiu, A de Mastruz com Leite e Limão com Mel também... E isso vai acontecer sempre com qualquer nova forma de expressão musical que aparecer no mundo. Isso porque as pessoas não aprenderam a praticar tolerância e respeito pela opção dos outros(aproveite essas palavras também para o discurso da causa gay).
Sandy e Junior tem uma grande produção musical, mas aqui no Brasil existe uma história de preconceito com o talento hereditário. Se você é filho de cantor e quer ser cantor, você não presta. Se você é filha de atriz e quer ser atriz, você também não presta. Ai, eu peço licença para falar de uma pessoa que eu sou muito fã: Um exemplo de cantora da atualidade, que é tolerante e reconhece um bom trabalho antes de julgar e taxar é Maria Gadú. Ouço sua produção desde antes dela virar RIT de novela. E em um de seus shows, antes de cantar uma música de Sandy e Junior ela compartilhou com os fãs a seguinte situação:
Maria Gadú estava sendo entrevistada e alguém perguntou sobre o que ela pretendia, sendo cantora de MPB, mas tocando o “POP” feito por Sandy e seu irmão, Junior. Então ela respondeu mais ou menos assim:
GADÚ: - O que é POP?
JORNALISTA: - Popular...
GADÚ: - De onde eles são?
JORNALISTA: - Brasil...
GADU: - ...
Caso você não acredite, este é o link do youtube: http://www.youtube.com/watch?v=FoIFysKcet0
Assista e depois reflita.
Então a conclusão aqui é que a falta de caráter e responsabilidade de alguns na hora de pagar os músicos da terra foi um dos fatores que contribuiu para que essa decisão arbitrária se tornasse uma guerra em nome do reconhecimento.
O pagamento é a forma de reconhecimento do trabalho. Tem gente que tocou os trinta dias de São João e recebeu muito pouco por isso. É preciso alfinetar essa gente.
Se você não quer ouvir Garota Safada, vá para as palhoças. Mas, saiba que eles talvez não estejam recebendo por aquilo.
Uma solução seria se as grandes bandas fossem financiadas pelas empresas patrocinadoras da festa...
E se mesmo assim, você não quer ouvir forró, sinto muito, caso more no nordeste, se mude.
Mais tolerância, e respeito pelo trabalho do musico local, quem sabe, seja a real solução.
quarta-feira, 4 de maio de 2011
sexta-feira, 29 de abril de 2011
Programação São João de Patos 2011

DIA 21:
PINTO DO ACORDEON
FLOR DA PELE
GE MARIA
CAVALEIROS DO FORRÓ
SAIA RODADA
DIA 22:
FORRÓ MANIA
ZÉ NILTON
DEIXE DE BRINCADEIRA
ENCANTUS
GAROTA SAFADA
DIA 23:
VALEU BOI
CHINELO DELA
FORRÓ DA XETA
NANDO ACORDION
GATINHA MANHOSA
DIA 24:
JOGO DE CINTURA
BALANÇO DE MULHER
MATÉIA DO FORRÓ
BOM SOSSÓ
FORRÓ SACODE
SOLTEIRÕES DO FORRÓ
DIA 25:
FORRÓ DA LAMPARINA
CAVALO DE PAU
LÉO MAGALHÃES
DIA
DIA 26:
MEXE VILE
PEGAÇÃO
TELENGOTENGO
GERALDO LINS
XERO DE MENINA
DIA 27:
MARQUITO DO FORRÓ
FORRÓ DA CANXA
ELIANE
AVIÕES
DIA 28:
LUCIA DO ACORDION
FORRÓ NA TORA
SANTANA
JORGE E MATHEUS
Esta programação não é 100% confirmada.
terça-feira, 26 de abril de 2011
O STF e seus GRANDES MANDÕES
'Sou Ari Pargendler, presidente do STJ. Você está demitido'
A frase acima revela parte da humilhação vivida por um estagiário do Superior Tribunal de Justiça (STJ) após um momento de fúria do presidente da Corte, Ari Pargendler (na foto).
O episódio foi registrado na 5a delegacia da Polícia Civil do Distrito Federal às 21h05 de ontem, quinta-feira (20). O boletim de ocorrência (BO) que tem como motivo “injúria real”, recebeu o número 5019/10. Ele é assinado pelo delegado Laércio Rossetto.
O blog procurou o presidente do STJ, mas foi informado pela assessoria do Tribunal que ele estava no Rio Grande do Sul e que não seria possível entrevistá-lo por telefone.
O autor do BO e alvo da demissão: Marco Paulo dos Santos, 24 anos, até então estagiário do curso de administração na Coordenadoria de Pagamento do STJ.
O motivo da demissão?
Marco estava imediatamente atrás do presidente do Tribunal no momento em que o ministro usava um caixa rápido, localizado no interior da Corte.
A explosão do presidente do STJ ocorreu na tarde da última terça-feira (19) quando fazia uma transação em uma das máquinas do Banco do Brasil.
No mesmo momento, Marco se encaminhou a outro caixa - próximo de Pargendler - para depositar um cheque de uma colega de trabalho.
Ao ver uma mensagem de erro na tela da máquina, o estagiário foi informado por um funcionário da agência, que o único caixa disponível para depósito era exatamente o que o ministro estava usando.
Segundo Marco, ele deslocou-se até a linha marcada no chão, atrás do ministro, local indicado para o próximo cliente.
Incomodado com a proximidade de Marco, Pargendler teria disparado: “Você quer sair daqui porque estou fazendo uma transação pessoal."
Marco: “Mas estou atrás da linha de espera”.
O ministro: “Sai daqui. Vai fazer o que você tem quer fazer em outro lugar”.
Marco tentou explicar ao ministro que o único caixa para depósito disponível era aquele e que por isso aguardaria no local.
Diante da resposta, Pargendler perdeu a calma e disse: “Sou Ari Pargendler, presidente do STJ, e você está demitido, está fora daqui”.
Até o anúncio do ministro, Marco diz que não sabia quem ele era.
Fabiane Cadete, estudante do nono semestre de Direito do Instituto de Educação Superior de Brasília, uma das testemunhas citadas no boletim de ocorrência, confirmou ao blog o que Marco disse ter ouvido do ministro. “Ele [Ari Pargendler] ficou olhando para o lado e para o outro e começou a gritar com o rapaz.
Avançou sobre ele e puxou várias vezes o crachá que ele carregava no pescoço. E disse: "Você já era! Você já era! Você já era!”, conta Fabiane.
“Fiquei horrorizada. Foi uma violência gratuita”, acrescentou.
Segundo Fabiane, no momento em que o ministro partiu para cima de Marco disposto a arrancar seu crachá, ele não reagiu. “O menino ficou parado, não teve reação nenhuma”.
De acordo com colegas de trabalho de Marco, apenas uma hora depois do episódio, a carta de dispensa estava em cima da mesa do chefe do setor onde ele trabalhava.
Demitido, Marco ainda foi informado por funcionários da Seção de Movimentação de Pessoas do Tribunal, responsável pela contratação de estagiários, para ficar tranqüilo porque “nada constaria a respeito do ocorrido nos registros funcionais”.
O delegado Laercio Rossetto disse ao blog que o caso será encaminhado ao Supremo Tribunal Federal (STF) porque a Polícia Civil não tem “competência legal” para investigar ocorrências que envolvam ministros sujeitos a foro privilegiado."
Pargendler é presidente do STJ desde o último dia três de agosto. Tem 63 anos, é gaúcho de Passo Fundo e integra o tribunal desde 1995. Foi também ministro do Tribunal Superior Eleitoral.
- - -
Viu só?
Agora você quer saber QUEM é o estagiário demitido?
Ok, isso também saiu no blog do Noblat.
Quem é Marco, o estagiário demitido pelo presidente do STJ
Alvo de momento de fúria do presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Ari Pargendler, o estudante Marco Paulo dos Santos, 24 anos, nasceu na Grécia, filho de mãe brasileira e pai africano (Cabo Verde).
Aos dois anos de idade, após a separação dos pais, Marco veio para o Brasil com a mãe e o irmão mais velho. Antes de começar a estagiar no Tribunal fazia bicos dando aulas de violão.
Segundo ele, a oportunidade de estagiar no Tribunal surgiu no início deste ano. O estágio foi seu primeiro emprego.
“Não sei bem se foi em fevereiro ou março. Mas passei entre os 10 primeiros colocados e fui convocado para a entrevista final. O meu ex-chefe foi quem me entrevistou”, relembra.
Marco passou a receber uma bolsa mensal de R$ 600 e mais auxílio transporte de R$ 8 por dia.
“Trabalhava das 13h às 19h. Tinha função administrativa. Trabalhava com processos, com arquivos, com informações da área de pagamentos”, explica.
No período da manhã, ele freqüenta a Escola de Choro Raphael Rabello, onde aprende violão desde 2008.
À noite, atravessa de ônibus os 32km que separam a cidade de Valparaíso de Goías, onde mora, da faculdade, em Brasília, onde cursa o quinto semestre de Administração.
Sobre sua demissão do STJ, parece atônito: “Ainda estou meio sem saber o que fazer. Tudo aconteceu muito rápido. Mas já tinha planos de montar uma escola de música na minha região onde moro".
A frase acima revela parte da humilhação vivida por um estagiário do Superior Tribunal de Justiça (STJ) após um momento de fúria do presidente da Corte, Ari Pargendler (na foto).
O episódio foi registrado na 5a delegacia da Polícia Civil do Distrito Federal às 21h05 de ontem, quinta-feira (20). O boletim de ocorrência (BO) que tem como motivo “injúria real”, recebeu o número 5019/10. Ele é assinado pelo delegado Laércio Rossetto.
O blog procurou o presidente do STJ, mas foi informado pela assessoria do Tribunal que ele estava no Rio Grande do Sul e que não seria possível entrevistá-lo por telefone.
O autor do BO e alvo da demissão: Marco Paulo dos Santos, 24 anos, até então estagiário do curso de administração na Coordenadoria de Pagamento do STJ.
O motivo da demissão?
Marco estava imediatamente atrás do presidente do Tribunal no momento em que o ministro usava um caixa rápido, localizado no interior da Corte.
A explosão do presidente do STJ ocorreu na tarde da última terça-feira (19) quando fazia uma transação em uma das máquinas do Banco do Brasil.
No mesmo momento, Marco se encaminhou a outro caixa - próximo de Pargendler - para depositar um cheque de uma colega de trabalho.
Ao ver uma mensagem de erro na tela da máquina, o estagiário foi informado por um funcionário da agência, que o único caixa disponível para depósito era exatamente o que o ministro estava usando.
Segundo Marco, ele deslocou-se até a linha marcada no chão, atrás do ministro, local indicado para o próximo cliente.
Incomodado com a proximidade de Marco, Pargendler teria disparado: “Você quer sair daqui porque estou fazendo uma transação pessoal."
Marco: “Mas estou atrás da linha de espera”.
O ministro: “Sai daqui. Vai fazer o que você tem quer fazer em outro lugar”.
Marco tentou explicar ao ministro que o único caixa para depósito disponível era aquele e que por isso aguardaria no local.
Diante da resposta, Pargendler perdeu a calma e disse: “Sou Ari Pargendler, presidente do STJ, e você está demitido, está fora daqui”.
Até o anúncio do ministro, Marco diz que não sabia quem ele era.
Fabiane Cadete, estudante do nono semestre de Direito do Instituto de Educação Superior de Brasília, uma das testemunhas citadas no boletim de ocorrência, confirmou ao blog o que Marco disse ter ouvido do ministro. “Ele [Ari Pargendler] ficou olhando para o lado e para o outro e começou a gritar com o rapaz.
Avançou sobre ele e puxou várias vezes o crachá que ele carregava no pescoço. E disse: "Você já era! Você já era! Você já era!”, conta Fabiane.
“Fiquei horrorizada. Foi uma violência gratuita”, acrescentou.
Segundo Fabiane, no momento em que o ministro partiu para cima de Marco disposto a arrancar seu crachá, ele não reagiu. “O menino ficou parado, não teve reação nenhuma”.
De acordo com colegas de trabalho de Marco, apenas uma hora depois do episódio, a carta de dispensa estava em cima da mesa do chefe do setor onde ele trabalhava.
Demitido, Marco ainda foi informado por funcionários da Seção de Movimentação de Pessoas do Tribunal, responsável pela contratação de estagiários, para ficar tranqüilo porque “nada constaria a respeito do ocorrido nos registros funcionais”.
O delegado Laercio Rossetto disse ao blog que o caso será encaminhado ao Supremo Tribunal Federal (STF) porque a Polícia Civil não tem “competência legal” para investigar ocorrências que envolvam ministros sujeitos a foro privilegiado."
Pargendler é presidente do STJ desde o último dia três de agosto. Tem 63 anos, é gaúcho de Passo Fundo e integra o tribunal desde 1995. Foi também ministro do Tribunal Superior Eleitoral.
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Viu só?
Agora você quer saber QUEM é o estagiário demitido?
Ok, isso também saiu no blog do Noblat.
Quem é Marco, o estagiário demitido pelo presidente do STJ
Alvo de momento de fúria do presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Ari Pargendler, o estudante Marco Paulo dos Santos, 24 anos, nasceu na Grécia, filho de mãe brasileira e pai africano (Cabo Verde).
Aos dois anos de idade, após a separação dos pais, Marco veio para o Brasil com a mãe e o irmão mais velho. Antes de começar a estagiar no Tribunal fazia bicos dando aulas de violão.
Segundo ele, a oportunidade de estagiar no Tribunal surgiu no início deste ano. O estágio foi seu primeiro emprego.
“Não sei bem se foi em fevereiro ou março. Mas passei entre os 10 primeiros colocados e fui convocado para a entrevista final. O meu ex-chefe foi quem me entrevistou”, relembra.
Marco passou a receber uma bolsa mensal de R$ 600 e mais auxílio transporte de R$ 8 por dia.
“Trabalhava das 13h às 19h. Tinha função administrativa. Trabalhava com processos, com arquivos, com informações da área de pagamentos”, explica.
No período da manhã, ele freqüenta a Escola de Choro Raphael Rabello, onde aprende violão desde 2008.
À noite, atravessa de ônibus os 32km que separam a cidade de Valparaíso de Goías, onde mora, da faculdade, em Brasília, onde cursa o quinto semestre de Administração.
Sobre sua demissão do STJ, parece atônito: “Ainda estou meio sem saber o que fazer. Tudo aconteceu muito rápido. Mas já tinha planos de montar uma escola de música na minha região onde moro".
quinta-feira, 14 de abril de 2011
No Dia que um Homem te Amar de Verdade...
No dia que um homem te amar de verdade, ele não vai se importar com as marcas das roupas que você usa, se os lugares que você freqüenta são sofisticados ou se você faz na faculdade algum desses cursos elitistas...
No dia que um homem te ama de verdade, ele não vai nem ligar se você é ou não popular, se vai se encaixar no seu grupinho bobo de amigos, se as suas origens são humildes ou se você é riquinha de berço...
No dia que um homem te amar de verdade, ele não vai te criticar de forma boba para te irritar e chamar sua “atenção”, ele não vai desejar seu mal em vão, só para ter uma oportunidade de se aproximar...
No dia que um homem te amar de verdade, ele não vai comentar com outros caras se sua bunda é grande ou pequena, se o seu cabelo é legal ou detonado, se você tem alguma mancha ou cicatriz na barriga...
No dia que um homem te amar de verdade, ele vai reparar no jeito que sua boca se meche quando você fala, na forma como você põe o cabelo por trás da orelha quando está nervosa, na expressão assustada e feliz que você faz quando o encontra por acaso nas ruas da cidade...
No dia que um homem te amar de verdade, ele vai querer ligar para você todas as manhãs para te desejar bom dia, ele vai te mandar uma mensagem todas as tardes só para te lembrar que ele está pensando em você, ele vai te ligar a noite só para saber como você está e te pedir: “sonha com a gente, tá?”
Foi assim que eu descobri o homem que me ama de verdade...
No dia que um homem te ama de verdade, ele não vai nem ligar se você é ou não popular, se vai se encaixar no seu grupinho bobo de amigos, se as suas origens são humildes ou se você é riquinha de berço...
No dia que um homem te amar de verdade, ele não vai te criticar de forma boba para te irritar e chamar sua “atenção”, ele não vai desejar seu mal em vão, só para ter uma oportunidade de se aproximar...
No dia que um homem te amar de verdade, ele não vai comentar com outros caras se sua bunda é grande ou pequena, se o seu cabelo é legal ou detonado, se você tem alguma mancha ou cicatriz na barriga...
No dia que um homem te amar de verdade, ele vai reparar no jeito que sua boca se meche quando você fala, na forma como você põe o cabelo por trás da orelha quando está nervosa, na expressão assustada e feliz que você faz quando o encontra por acaso nas ruas da cidade...
No dia que um homem te amar de verdade, ele vai querer ligar para você todas as manhãs para te desejar bom dia, ele vai te mandar uma mensagem todas as tardes só para te lembrar que ele está pensando em você, ele vai te ligar a noite só para saber como você está e te pedir: “sonha com a gente, tá?”
Foi assim que eu descobri o homem que me ama de verdade...
terça-feira, 12 de abril de 2011
Alguns links com boas matérias para #REFLETIR
http://tinyurl.com/6hpby2k
#REALENGO
Como fazer uma cobertura NÃO sensacionalista, em cima de um fato que por sí só, já é sensacional?
Vale a pena ler e refletir!
Estão ganhando em cima do sofrimento de pessoas.
O DESABAFO DE UMA PSICÓLOGA ESPECTADORA:
http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=637JDB001
É importante alertar a população de todas as classes que JORNALISMO POPULAR se confunde com JORNALISMO POLICIAL-SENSACIONAL. Isso não pode acontecer. Só quem é capaz de fazer esse ciclo de exploração de entrevistados são os espectadores. Existem países onde a exploração de vítimas de tragédias como essa e dos familiares destas vítimas é proibida. O trauma dessas pessoas já foi(é) grande demais, para ser assistido. Cada jornal quis dar uma nova cobertura, uma novidade ao fato, triste e aterrorizante. Outro jornalismo é possível...
#REALENGO
Como fazer uma cobertura NÃO sensacionalista, em cima de um fato que por sí só, já é sensacional?
Vale a pena ler e refletir!
Estão ganhando em cima do sofrimento de pessoas.
O DESABAFO DE UMA PSICÓLOGA ESPECTADORA:
http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=637JDB001
É importante alertar a população de todas as classes que JORNALISMO POPULAR se confunde com JORNALISMO POLICIAL-SENSACIONAL. Isso não pode acontecer. Só quem é capaz de fazer esse ciclo de exploração de entrevistados são os espectadores. Existem países onde a exploração de vítimas de tragédias como essa e dos familiares destas vítimas é proibida. O trauma dessas pessoas já foi(é) grande demais, para ser assistido. Cada jornal quis dar uma nova cobertura, uma novidade ao fato, triste e aterrorizante. Outro jornalismo é possível...
segunda-feira, 11 de abril de 2011
Transporte Alternativo na Paraíba: Pare, Olhe, REFLITA...
Veja bem... Transporte “alternativo”: Palavra que no senso comum, se tornou algo pejorativo. Eu não quero ser preconceituosa, mas todos sabemos que alternativo remete a um grupo social, de pessoas interessadas por cultura, arte, mas também(infelizmente, não entendo porque) por drogas. Isso suja a imagem desses trabalhadores, que passam suas vidas nas estradas, arriscando suas vidas para manter casa e família. Falo sobre o assunto com propriedade, pois dentro da MINHA CASA existe um herói como esse.
O governo, que prometeu não perseguir os motoristas dessas Vans, agora faz tudo o contrário do que afirmou com tanta firmeza em debates e guias eleitorais. Jogando sujo, põe Polícia Militar e Rodoviária Federal na cola destes, os deixando sem opção, aplicando multas surreais e incoerentes.
Apresento-lhes os seguintes pontos. O governo afirma que Transporte Alternativo é ilegal, pois não paga impostos:
Pois bem, eu te digo, caro amigo leitor deste blog: Ilegalidade? Como? Estas pessoas não matam, não roubam e pagam seus impostos. E digo mais: IMPOSTOS INSONEGÁVEIS! Estes embutidos no preço do combustível, no preço das prestações altíssimas que com muito sacrifício pagam mensalmente em dias. Diferentemente destes grandes empresários, que muito embora eu (pobre jornalista recém formada em busca de emprego) não tenha provas concretas para provar, digo que eles sonegam e caminham na ilegalidade, burlando as Leis que regem o Estado e enganando o governo, lucram muito, muito mesmo.
O segundo ponto que eles apresentam é a falta de segurança destes carros, e eu te digo:
Falta de segurança Sr. Policial? Estes carros tem cinto de segurança, tem extintores de incêndio, bancada individual, saídas de emergência... Se não tivessem todos estes itens, as empresas que fiscalizam as produções automotivas do país, sequer autorizariam a saída destes carros das fábricas para as vitrines das lojas!
Sabe qual é o real fato que se discute aqui, caríssimo leitor?!
A falta de capital! Pois é...
Como assim, autora?
Eu te respondo: Se por acaso estes motoristas alternativos tivessem dinheiro suficiente para montar um negócio suficientemente grande, e suficientemente capaz de pagar altos impostos, injetando muito dinheiro nos cofres públicos e nos bolsos dos políticos, por debaixo dos panos, tudo estaria lindo e feliz. Tudo estaria correto.
Como a palavra”autônomo” já diz... O trabalhador que faz seu serviço por conta própria, sendo chefe de si mesmo, não tem como competir nos tribunais, em busca de algo que permita que eles continuem as suas batalhas diárias.
O que incomoda mesmo, é que as grandes empresas não tem como competir com estes micro-empreendedores, pegando e deixando passageiros nas portas de suas residências, cobrando poucos trocados a mais.
Pense nisso. Não se deixe levar pela lavagem cerebral que os meios de comunicação vendidos deste estado querem promover. Veja os dois lados e pense um pouco. Reflita e não absorva qualquer informação que te expõem através de MATÉRIAS PAGAS.
O meu pai é um trabalhador, e merece respeito.
Eu sei que você vai ser um dos poucos vinte que lêem cada publicação que eu ponho aqui, mesmo assim, persisto e faço a minha parte. Me ajude a divulgar.
Agradeço desde já!
Rafaela Gomes de Oliveira
O governo, que prometeu não perseguir os motoristas dessas Vans, agora faz tudo o contrário do que afirmou com tanta firmeza em debates e guias eleitorais. Jogando sujo, põe Polícia Militar e Rodoviária Federal na cola destes, os deixando sem opção, aplicando multas surreais e incoerentes.
Apresento-lhes os seguintes pontos. O governo afirma que Transporte Alternativo é ilegal, pois não paga impostos:
Pois bem, eu te digo, caro amigo leitor deste blog: Ilegalidade? Como? Estas pessoas não matam, não roubam e pagam seus impostos. E digo mais: IMPOSTOS INSONEGÁVEIS! Estes embutidos no preço do combustível, no preço das prestações altíssimas que com muito sacrifício pagam mensalmente em dias. Diferentemente destes grandes empresários, que muito embora eu (pobre jornalista recém formada em busca de emprego) não tenha provas concretas para provar, digo que eles sonegam e caminham na ilegalidade, burlando as Leis que regem o Estado e enganando o governo, lucram muito, muito mesmo.
O segundo ponto que eles apresentam é a falta de segurança destes carros, e eu te digo:
Falta de segurança Sr. Policial? Estes carros tem cinto de segurança, tem extintores de incêndio, bancada individual, saídas de emergência... Se não tivessem todos estes itens, as empresas que fiscalizam as produções automotivas do país, sequer autorizariam a saída destes carros das fábricas para as vitrines das lojas!
Sabe qual é o real fato que se discute aqui, caríssimo leitor?!
A falta de capital! Pois é...
Como assim, autora?
Eu te respondo: Se por acaso estes motoristas alternativos tivessem dinheiro suficiente para montar um negócio suficientemente grande, e suficientemente capaz de pagar altos impostos, injetando muito dinheiro nos cofres públicos e nos bolsos dos políticos, por debaixo dos panos, tudo estaria lindo e feliz. Tudo estaria correto.
Como a palavra”autônomo” já diz... O trabalhador que faz seu serviço por conta própria, sendo chefe de si mesmo, não tem como competir nos tribunais, em busca de algo que permita que eles continuem as suas batalhas diárias.
O que incomoda mesmo, é que as grandes empresas não tem como competir com estes micro-empreendedores, pegando e deixando passageiros nas portas de suas residências, cobrando poucos trocados a mais.
Pense nisso. Não se deixe levar pela lavagem cerebral que os meios de comunicação vendidos deste estado querem promover. Veja os dois lados e pense um pouco. Reflita e não absorva qualquer informação que te expõem através de MATÉRIAS PAGAS.
O meu pai é um trabalhador, e merece respeito.
Eu sei que você vai ser um dos poucos vinte que lêem cada publicação que eu ponho aqui, mesmo assim, persisto e faço a minha parte. Me ajude a divulgar.
Agradeço desde já!
Rafaela Gomes de Oliveira
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